Explore águas
ultraprofundas em
um mergulho de
7.000 metros e
descubra tudo
sobre o pré-sal
Acreditamos que a Bacia de Santos é um dos locais de exploração offshore mais promissores do mundo, com a parte sul, e a mais prolífica da região do pré-sal. Nossas atividades do pré-sal na Bacia de Santos começaram com a aquisição de blocos no início dos anos 2000.
Três campos se destacam dos demais: Búzios, Mero e Tupi. Conheça a seguir.
Campo de Búzios
É o maior campo produtor de petróleo do país. Um gigante em quantidade e também em tamanho: seu reservatório tem espessura de até 480 metros — quase 100 metros maior do que a altura do morro do Pão de Açúcar! E sua enorme extensão, de 852 km², corresponde a 115 mil campos de futebol.
A maior plataforma de petróleo do Brasil também fica em Búzios: a FPSO Almirante Tamandaré. Com 182 metros, ela tem a altura de cinco estátuas do Cristo Redentor. Em outubro de 2025, a Almirante Tamandaré chegou a 270 mil barris produzidos por dia.
Início das operações
Já era responsável por mais de 20% de toda a produção de petróleo da Petrobras
Atingiu uma produção total acumulada de 1 bilhão de barris de óleo equivalente.
Alcançou o recorde de produção de 1 milhão de barris por dia, e a expectativa é ultrapassar a marca de 2 milhões até 2030.
Campo de Tupi
- Foi onde extraímos o primeiro óleo de pré-sal na Bacia de Santos.
- É o maior campo produtor de petróleo em águas profundas do mundo, com mais de 2 bilhões de barris de óleo equivalente (boe) extraídos.
- Sua capacidade de produção supera a marca de 1 mmboe/d.
Campo de Mero
- Aqui foi implantado o primeiro Sistema de Separação de Alta Pressão Submarina (HISEP®), tecnologia inédita e patenteada pela Petrobras que, após autoconsumo no FPSO, reinjeta toda a produção de gás com 45% de teor de CO2 no reservatório.
- Está localizado na porção noroeste do bloco de Libra, onde atuamos em consórcios com outras empresas do setor.
- Em 2022, instalamos o primeiro sistema definitivo no campo, o FPSO Guanabara, com capacidade para processar 180 mil barris de petróleo por dia.
- A estimativa para o campo de Mero é um retorno de mais de 3 bilhões de barris de recuperação de petróleo até 2048, com um pico de produção anual de 600 mbbl/d.
A Bacia de Campos é uma das principais e mais prolíficas bacias offshore de petróleo e gás do Brasil, em operação desde a década de 1970, composta majoritariamente por reservatórios do pós-sal. E foi lá onde tudo mudou: em 2008, no Campo de Jubarte, foi onde extraímos o primeiro óleo de pré-sal do mundo.
Também foi na Bacia de Campos que colocamos em operação a primeira plataforma flutuante FPSO do mundo, crucial para a exploração e produção de petróleo em águas ultraprofundas.
E passados mais de 50 anos desde a identificação da primeira jazida na região, a bacia está longe do esgotamento. Recentemente, fizemos novas descobertas em sua camada pré-sal, que abrem caminho para uma nova frente exploratória — é a prova que a área ainda tem potencial a ser desenvolvido e continuará sendo estratégica para o país.
Conheça 5 inovações que nos permitem explorar todo o potencial do maior campo de pré-sal do mundo
Vamos manter nosso protagonismo em petróleo e gás, enquanto inovamos para liderar a busca global por uma transição energética segura e justa. Para isso, estamos sempre envolvidos com pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias para explorar e produzir com o menor impacto possível.
Em 2021 e 2025, nossas inovações no Campo de Búzios nos renderam dois prêmios Distinguished Achievement Award, da OTC, considerados um dos principais reconhecimentos do setor global de energia. Conheça algumas das inovações utilizadas nos nossos campos de pré-sal.
O primeiro lugar onde se descobriu petróleo do
pré-sal foi na mente de grandes profissionais
Conheça algumas profissões que transformaram o pré-sal
em realidade e como elas trabalharam no processo.
Entenda mais sobre a formação do pré-sal e suas características
Uma pergunta que ouvimos bastante é: pré-sal, o que é?
O pré-sal são rochas sedimentares que foram formadas há mais de 100 milhões de anos com a separação dos atuais continentes sul-americano e africano. Com essa separação, surgiram grandes depressões que deram origem a diversos lagos, que mais tarde foram conectados aos oceanos.
Nas regiões mais profundas destes lagos começaram a acumular grandes quantidades de matéria orgânica de algas microscópicas. Esta matéria orgânica, misturada a sedimentos, formou o que são as rochas que geram o óleo e o gás do pré-sal.
Conchas e rochas calcárias e os reservatórios de pré-sal
Nas partes mais rasas destes lagos, em grandes ilhas lacustres, surgiram as chamadas conchas calcárias que se acumularam cada vez mais com o passar do tempo. Mais pra frente, essas conchas 'ganharam a companhia' de depósitos de estromatólitos, que nada mais são do que tipos de algas que formam rochas calcárias. Tanto as conchas calcárias quanto as rochas calcárias compõem os principais reservatórios do pré-sal.
A camada do pré-sal
Por causa do clima árido daquele tempo, a evaporação intensa da água marinha provocou a acumulação de sais, o que criou a camada do pré-sal, uma espécie de proteção que impedia que o petróleo 'escapasse' e chegasse à superfície.
Profundidade do pré-sal
A profundidade total do pré-sal passa dos 7 mil metros, o equivalente à altura do ponto mais alto da Cordilheira dos Andes! A qualidade do petróleo do pré-sal é altíssima — assim como a pressão da água no local. O que muitos chamavam de impossível, nós usamos de combustível: mergulhamos de cabeça em pesquisas e inovações para desenvolver tecnologias exclusivas, que nos permitiram chegar aonde ninguém mais havia estado.
Confira os melhores momentos
da história do pré-sal até aqui
2006
Conheça algumas tecnologias que fazem a diferença no nosso
dia a dia
O conhecimento e a experiência na prática são fatores decisivos em todas as áreas da vida. Com a gente não é diferente! Foi pesquisando e colocando a mão na massa que tivemos a capacidade de aprimorar e criar novas tecnologias e desenvolver soluções inovadoras para atuar de forma sustentável e com redução de emissões em águas ultraprofundas. Toda essa evolução veio com premissa de máxima segurança e mínimo impacto possível. Confira algumas delas.
Em quais tecnologias estamos investindo?
Todos os dias, nos deparamos com novos desafios que precisam ser superados. Por isso, nos unimos a startups, universidades e outras instituições, por meio de um programa de inovação aberta, para criar projetos e tecnologias que impulsionem o valor e a competitividade de nossos negócios no pré-sal — com foco na descarbonização de nossas operações. Conheça algumas.
Você tem a solução que nós
precisamos? Vamos trabalhar juntos!
A Petrobras é uma empresa de inovação aberta e está de portas abertas para parcerias que nos ajudem a construir um mundo mais sustentável, conciliando o foco em óleo e gás com a diversificação em negócios de baixo carbono.
Conheça o Conexões para InovaçãoAlém disso, a produção na camada do pré-sal também ajuda no desenvolvimento social e econômico do país, com novos empregos e renda.
O petróleo é depois transferido para um navio aliviador, que transporta o óleo para um terminal terrestre. Já o gás natural é enviado para a terra por meio de gasodutos e/ou é reinjetado no reservatório.
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